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PROFISSIONAIS PREPARADOS

( MATÉRIA PUBLICADA NA REVISTA EDUCAÇÃO – GUIA DA BOA ESCOLA)

 

Bom sinal se…
A escola capacita os funcionários que lidam com as crianças com cursos de primeiros socorros

Sinal de alerta se…
Na ficha do aluno não há informações sobre sua saúde e orientações
dos pais para imprevistos

Ao escolher uma escola, os pais dão um voto de confiança à instituição, confiantes de que seus filhos estarão bem cuidados durante todos os momentos em que eles estiverem sob a guarda dos professores e dos funcionários. Assim, é importante perguntar, na conversa com a coordenação pedagógica, quais os procedimentos em casos de acidentes ou quando um aluno se sente mal durante a aula. Os profissionais que têm contato direto com os estudantes precisam estar preparados para saber o que fazer tanto diante de um raspão no joelho quanto de uma ocorrência mais grave, como uma fratura que necessite de
atendimento em hospital.

Na matrícula, as escolas costumam colocar, nas fichas dos alunos, dados relativos à saúde – vacinação, doenças de infância, doenças congênitas, telefones de médicos, de convênios de saúde e de pessoas que devem ser contatadas na ausência dos pais. Mesmo dispondo dessas informações, a escola só poderá ministrar remédios – ainda que um comprimidinho para dor de cabeça – mediante autorização dos responsáveis.

Na maior parte das vezes, as ocorrências escolares são resolvidas com uma farmacinha básica, onde o que mais se usam são os anti-sépticos para ferimentos leves e medicamentos (sempre sob autorização) para uma dor de cabeça ou um enjôo muitas vezes causados pelo nervosismo em função de uma prova difícil.

Em algumas instituições, porém, existem postos médicos, com pediatra ou enfermeiros de plantão. Além dos cuidados cotidianos, ao longo do ano letivo, esses profissionais realizam exames de avaliação, triagens visuais, auditivas e até campanhas de saúde preventiva na comunidade escolar. Estruturas com esse grau de sofisticação, no entanto, são incomuns. Em geral, para casos mais graves, as escolas têm convênios com profissionais da saúde, hospitais e clínicas localizadas no bairro ou com empresas de seguro-saúde.

Em especial para as crianças menores, mais vulneráveis, é interessante perguntar quais as medidas adotadas pela escola em casos de doenças infecto-contagiosas. Desde um simples problema de conjuntivite, passando pelas “temporadas” de sarampo, catapora, até eventuais meningites, por exemplo. Quando se trata de uma doença contagiosa mais grave, um comunicado por escrito, inclusive com a opinião de um pediatra, deve ser enviado às famílias dos colegas de classe e de transporte escolar da criança.

Para as doenças contagiosas, mesmo as mais simples, a escola deve permitir o afastamento do aluno durante o período de contágio. Além disso, deve oferecer todo o apoio pedagógico para evitar prejuízos no rendimento escolar do aluno afastado – facilitar a realização de provas em datas especiais, permitir a realização de trabalhos para completar nota etc.

FONTE: REVISTA EDUCAÇÃO

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Autoridade sim, mas sem arrogância!

É muito comum o professor ter que transmitir um feedback para sua equipe sobre algo não muito agradável. Neste momento, é importante que o professor aja com respeito e educação.

Para muitos, ter autoridade e poder de decisão é sinônimo de arrogância e até mesmo de oportunidade de “pisar no pescoço” dos demais colegas, o que é bastante triste, podendo causar danos irreversíveis na harmonia da equipe e na ficha deste professor, tanto como colega de trabalho como líder.

Delegar tarefas, impor regras, cobrar resultados, entre outras coisas, são atitudes que devem ser tomadas com naturalidade, firmeza e de “igual para igual”. Somente dessa forma o professor poderá ter a compreensão da equipe, o respeito e a credibilidade necessários para continuar a realizar as tarefas que são de sua obrigação, sem ter que lidar com “boicotes”, má-vontade e desmotivação.
(Baseado no texto de Danielle Caroline Rodrigues)

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Algumas vezes, as aulas parecem se arrastar, os alunos começam a abrir a boca de sono, outros até chegam a dar aquelas “piscadas duras”… O professor tenta fazer de tudo para conseguir a participação dos estudantes, mas nada! Uma das causas dessa apatia da aula pode ser encontrada nos próprios alunos. Isso porque muitas das vezes eles não encontram nenhum ponto de contado com o professor e sua aula, não sabem o porquê de estarem ali. Nestes casos, o aluno não vai participar mesmo!

Para evitar que isso ocorra, basta o professor trabalhar no sentido de usar o conhecimento dos alunos. Como? Imagine você caindo no meio de um seminário sobre neurocirurgia. Ou então sobre como treinar um time de beisebol. Muitos dos alunos também se sentem assim. Não é seu conhecimento que importa, mas o que eles sabem sobre aquele assunto! Por isso, o professor deve tentar ligar sua matéria a algo palpável para realmente prender a atenção do aluno e fazê-lo aprender de verdade.

Por exemplo, na disciplina de Física, o professor pode mostrar como melhorar a precisão do chute para ensinar a matéria. Gastos com roupas e comidas podem ser utilizados como exemplos em Matemática.
Outra coisa que deve haver são as metas. O que os alunos vão receber ao final daquela matéria? A resposta “passar de ano” não conta. O professor deve dar aos alunos motivos práticos!
Por fim, o professor deve mostrar aos alunos que todos devem participar, debater, apresentar suas opiniões, que são diferentes entre si. Podem até divergir do professor e se expressar sem cair nos ataques pessoais e brigas. Isso vai estimular o debate. E o professor deve estimular esse debate, desde que seja civilizado!

Fonte: http://www.profissaomestre.com.br

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