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Archive for the ‘DICAS DE EDUCAÇÃO’ Category

Ensinando a ousar

Estimular a audácia, o risco, a galhardia dos alunos é o que todos os professores deveriam fazer em sala de aula. E o Colégio Almeida Júnior segue exatamente por essa linha!

Mas não é o que acontece na maioria das escolas, conforme estudos e artigos divulgados em revistas, em jornais e na internet.

Muitas escolas de ensino fundamental privilegiam uma alfabetização metódica, padronizada, enquadrando as crianças num plano bidimensional. São ao menos oito anos de estudos sem estímulo à criatividade e à ousadia.

O ensino médio, por sua vez, produz verdadeiros exércitos dotados de baionetas com as quais assinalarão o “x” dentre cinco alternativas possíveis nos vestibulares abarrotados de gente em busca de uma vaga no chamado ensino superior. A própria estrutura de ensino incentiva a subserviência, seja por intermédio do método expositivo de aulas, seja através do respeito incólume às hierarquias, ou ainda por meio dos trabalhos de conclusão ou estágios supervisionados, sempre focalizados em grandes empresas e com conteúdo discutível.
O atual modelo de ensino não instiga o aluno a pensar. História é para ser decorada e não entendida. Matemática á para se aprender por tentativa e erro, e não por tentativa e acerto. No entanto, o “Almeida Júnior” tem remado contra essa tendência! E obtendo excelentes resultados!
(Baseado em texto de Tom Coelho)

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A importância de aprender a aprender

Já pregava o filósofo Aristóteles, lá no século IV a.C., que o importante era a pessoa saber lidar com as formas do pensamento, sem ligar para o seu conteúdo. Seu objetivo era ensinar as pessoas a pensar correto, pois, segundo ele, um raciocínio não é verdadeiro nem falso, e sim válido ou inválido.

Hoje, o ideal deveria ser que os educandos não tivessem que ficar respondendo verdadeiro ou falso às questões… Verdade e falsidade são algo objetivo, que se impõe a todos. Respostas como certo ou errado já são mais modestas, mais realistas. Certo ou errado é algo subjetivo, que depende da pessoa, dos dados de que dispõe. Seria ainda mais educativo fornecer ao educando uma gama de respostas: certo, provavelmente certo, insuficiência de dados, provavelmente errado, errado… Quanto mais ignorante é uma pessoa, mais certezas tem. Ela confunde o amor à certeza com o amor à verdade!

O mesmo Aristóteles também já falava de um instrumento para ampliar a nossa capacidade de pensar. Uma espécie de “óculos” para aumentar a nossa visão intelectual. Porque ninguém na realidade nasce pensando. Pensar é um hábito, uma conquista, algo que se adquire, que vira uma segunda natureza. As pessoas nascem com a capacidade de pensar. Pensar se aprende. Basta exercitar-se no pensamento. O problema é o que vem a ser pensar. Para os dicionários, é refletir (voltar-se para si mesmo), considerar (etimologicamente, “olhar para os astros”, sidera em latim), formar idéias etc. Tudo demasiado vago, que deixa a pessoa na mesma, sem saber por onde começar!

Na realidade, pensar é trabalhar sobre os dados que nos são fornecidos pelos sentidos. Dado é, como o nome está dizendo, aquilo que recebemos de graça, sem nenhum esforço, bastando abrir os olhos ou os ouvidos. Mas só o dado trabalhado, burilado (como o diamante bruto) adquire toda a sua força, toda a sua importância para nós. Podemos trabalhá-lo de várias formas: observando-os bem (sabemos que a atenção espontânea, é dispersa, podendo deixar de lado o imperceptível e o significativo), comparando-os entre si, interpretando-os etc. Donde as chamadas operações de pensamento: observação, comparação, interpretação, classificação, resumo, imaginação (invenção), procura de pressupostos, crítica etc. Todas elas com regras apropriadas. É isso que deveria ser feito em sala de aula e fora dela.
(Baseado no texto de João Paixão Netto)

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Autoridade sim, mas sem arrogância!

É muito comum o professor ter que transmitir um feedback para sua equipe sobre algo não muito agradável. Neste momento, é importante que o professor aja com respeito e educação.

Para muitos, ter autoridade e poder de decisão é sinônimo de arrogância e até mesmo de oportunidade de “pisar no pescoço” dos demais colegas, o que é bastante triste, podendo causar danos irreversíveis na harmonia da equipe e na ficha deste professor, tanto como colega de trabalho como líder.

Delegar tarefas, impor regras, cobrar resultados, entre outras coisas, são atitudes que devem ser tomadas com naturalidade, firmeza e de “igual para igual”. Somente dessa forma o professor poderá ter a compreensão da equipe, o respeito e a credibilidade necessários para continuar a realizar as tarefas que são de sua obrigação, sem ter que lidar com “boicotes”, má-vontade e desmotivação.
(Baseado no texto de Danielle Caroline Rodrigues)

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Algumas vezes, as aulas parecem se arrastar, os alunos começam a abrir a boca de sono, outros até chegam a dar aquelas “piscadas duras”… O professor tenta fazer de tudo para conseguir a participação dos estudantes, mas nada! Uma das causas dessa apatia da aula pode ser encontrada nos próprios alunos. Isso porque muitas das vezes eles não encontram nenhum ponto de contado com o professor e sua aula, não sabem o porquê de estarem ali. Nestes casos, o aluno não vai participar mesmo!

Para evitar que isso ocorra, basta o professor trabalhar no sentido de usar o conhecimento dos alunos. Como? Imagine você caindo no meio de um seminário sobre neurocirurgia. Ou então sobre como treinar um time de beisebol. Muitos dos alunos também se sentem assim. Não é seu conhecimento que importa, mas o que eles sabem sobre aquele assunto! Por isso, o professor deve tentar ligar sua matéria a algo palpável para realmente prender a atenção do aluno e fazê-lo aprender de verdade.

Por exemplo, na disciplina de Física, o professor pode mostrar como melhorar a precisão do chute para ensinar a matéria. Gastos com roupas e comidas podem ser utilizados como exemplos em Matemática.
Outra coisa que deve haver são as metas. O que os alunos vão receber ao final daquela matéria? A resposta “passar de ano” não conta. O professor deve dar aos alunos motivos práticos!
Por fim, o professor deve mostrar aos alunos que todos devem participar, debater, apresentar suas opiniões, que são diferentes entre si. Podem até divergir do professor e se expressar sem cair nos ataques pessoais e brigas. Isso vai estimular o debate. E o professor deve estimular esse debate, desde que seja civilizado!

Fonte: http://www.profissaomestre.com.br

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Assim como os rótulos podem deixar marcas profundas para o resto da vida de uma pessoa e para sua personalidade, os elogios e as críticas a um estudante devem ocorrer na medida certa. Porque um elogio pode humilhar e uma crítica pode ferir!

Para falar que o aluno não está indo bem em determinada matéria ou então que ele está atrapalhando o andamento das aulas, por exemplo, o professor não precisa feri-lo e nem ofendê-lo. Muito pelo contrário. O professor deve fazê-lo com calma, clareza, sem alterar o tom de voz ou fazer discursos irônicos. De preferência, deve chamar o aluno para uma conversa em particular e apenas fazê-lo compreender as melhoras que ele deve alcançar.

Para os elogios, o procedimento não muda muito. Ao invés de dizer ao aluno que entregou a tarefa de casa “você é um bom menino porque entregou a tarefa no dia estipulado”, por exemplo, o ideal é que o fato seja simplesmente narrado: “Você se esforçou e conseguiu fazer tudo até a data determinada. Parabéns.”

E o professor jamais pode esquecer: o elogio deve sempre ter o objetivo de estimular o aluno e a crítica deve ser sempre construtiva.

Fonte: http://www.profissaomestre.com.br

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Não é de hoje que os juízos de valor são usados no convívio em classe, nas relações com a família e até nos diversos tipos de avaliações. Mas é melhor fugir dessa prática, que pode deixar marcas na personalidade da pessoa pelo resto da vida!

Quando adjetivos positivos são usados, quem os recebeu acaba se convencendo de que é superior. Já os colegas acreditam que dificilmente alcançarão o “bonzão” da turma em tudo aquilo que ele fizer. Essa situação, na maioria das vezes, acaba com a autocrítica que quem recebeu os elogios e o deixa incapaz de refletir sobre as próprias ações e até de lidar com as frustrações na vida. E isso não é nada bom!

No caso dos adjetivos negativos, o mais provável é que o estudante se sinta preso ao juízo de valor. Chamar um aluno de burro é o mesmo que dizer que ele não se adapta ao mundo escolar. No entanto, as crianças não são iguais, têm ritmos, jeitos e modos diferentes de aprender. Mas todos são plenamente capazes.

A conclusão que se chega é que infelizmente os rótulos não são exclusivos do ambiente educacional, mas dentro da própria família. Faz parte da cultura humana julgar os outros com base nos próprios padrões e códigos éticos e morais. Na escola, no entanto, essa prática é mais grave porque os alvos são seres em desenvolvimento, os quais dão muito mais valor aos julgamentos. Por isso, evitar aplicar rótulos e adjetivos às crianças é fundamental para o bom desenvolvimento da criança.

Fonte: http://www.profissaomestre.com.br

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