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Onde as coisas acontecem
A teoria posta em prática – não apenas nas disciplinas, mas nas relações humanas
Matéria de :Ronaldo Albanese – Guia da Boa Escola

 

Literalmente, uma viagem em que o estudante é transportado do mundo dos livros para o mundo real. Essa pode ser a definição simplista do que a pedagogia contemporânea chama de estudo do meio. Um recurso pedagógico surgido nos anos 60, hoje amplamente utilizado para motivar crianças e jovens de todos os níveis escolares – seja em uma breve voltinha pelo quarteirão da escola para mapear as casas, seja em uma viagem de uma semana para conhecer a fauna e a flora do Pantanal.

Com a oportunidade de conferir in loco o que o professor ensinou na sala de aula, o aprendizado fica excepcionalmente atraente. E o resultado é mais do que eficaz: tudo aquilo que se vivencia – não apenas em relação aos conteúdos das disciplinas, mas também no que diz respeito às normas de convivência – nunca mais será esquecido. “O aproveitamento do estudante é infinitamente maior do que se ele estivesse sentado diante da lousa e do professor”, garante a educadora Maria Lúcia Dello Severo Leite, uma das responsáveis pela coordenação pedagógica e do setor de eventos de uma conceituada escola particular de São Paulo. “A motivação adquire outra qualidade”, completa ela.

O estudo do meio vai muito além de um simples passeio, uma diversão. É uma atividade orientada, em que a apreensão da realidade é dinâmica e profunda. Os fatos e as informações são integrados aos contextos sociais e culturais.

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PROFISSIONAIS PREPARADOS

( MATÉRIA PUBLICADA NA REVISTA EDUCAÇÃO – GUIA DA BOA ESCOLA)

 

Bom sinal se…
A escola capacita os funcionários que lidam com as crianças com cursos de primeiros socorros

Sinal de alerta se…
Na ficha do aluno não há informações sobre sua saúde e orientações
dos pais para imprevistos

Ao escolher uma escola, os pais dão um voto de confiança à instituição, confiantes de que seus filhos estarão bem cuidados durante todos os momentos em que eles estiverem sob a guarda dos professores e dos funcionários. Assim, é importante perguntar, na conversa com a coordenação pedagógica, quais os procedimentos em casos de acidentes ou quando um aluno se sente mal durante a aula. Os profissionais que têm contato direto com os estudantes precisam estar preparados para saber o que fazer tanto diante de um raspão no joelho quanto de uma ocorrência mais grave, como uma fratura que necessite de
atendimento em hospital.

Na matrícula, as escolas costumam colocar, nas fichas dos alunos, dados relativos à saúde – vacinação, doenças de infância, doenças congênitas, telefones de médicos, de convênios de saúde e de pessoas que devem ser contatadas na ausência dos pais. Mesmo dispondo dessas informações, a escola só poderá ministrar remédios – ainda que um comprimidinho para dor de cabeça – mediante autorização dos responsáveis.

Na maior parte das vezes, as ocorrências escolares são resolvidas com uma farmacinha básica, onde o que mais se usam são os anti-sépticos para ferimentos leves e medicamentos (sempre sob autorização) para uma dor de cabeça ou um enjôo muitas vezes causados pelo nervosismo em função de uma prova difícil.

Em algumas instituições, porém, existem postos médicos, com pediatra ou enfermeiros de plantão. Além dos cuidados cotidianos, ao longo do ano letivo, esses profissionais realizam exames de avaliação, triagens visuais, auditivas e até campanhas de saúde preventiva na comunidade escolar. Estruturas com esse grau de sofisticação, no entanto, são incomuns. Em geral, para casos mais graves, as escolas têm convênios com profissionais da saúde, hospitais e clínicas localizadas no bairro ou com empresas de seguro-saúde.

Em especial para as crianças menores, mais vulneráveis, é interessante perguntar quais as medidas adotadas pela escola em casos de doenças infecto-contagiosas. Desde um simples problema de conjuntivite, passando pelas “temporadas” de sarampo, catapora, até eventuais meningites, por exemplo. Quando se trata de uma doença contagiosa mais grave, um comunicado por escrito, inclusive com a opinião de um pediatra, deve ser enviado às famílias dos colegas de classe e de transporte escolar da criança.

Para as doenças contagiosas, mesmo as mais simples, a escola deve permitir o afastamento do aluno durante o período de contágio. Além disso, deve oferecer todo o apoio pedagógico para evitar prejuízos no rendimento escolar do aluno afastado – facilitar a realização de provas em datas especiais, permitir a realização de trabalhos para completar nota etc.

FONTE: REVISTA EDUCAÇÃO

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