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Archive for maio \27\UTC 2009

ARTE
Galleria Degli Uffizi, Firenze: http://www.uffizi.firenze.it
MAC – Museu de Arte Contemporânea da USP: http://www.mac.usp.br
MASP – Museu de Arte de São Paulo: http://www.masp.art.br
Museu de Arte Moderna de Nova Iorque: http://www.moma.org
Museu de História Natural do Reino Unido: http://www.nhm.ac.uk
Museu do Louvre, Paris: http://www.louvre.fr
Museu d’Orsay: http://www.musee-orsay.fr
Museu do Prado: http://museoprado.mcu.es
Pinacoteca do Estado de São Paulo: http://www.saopaulo.sp.gov.br/saopaulo/
cultura/museus_pinac.htm
Tarsila do Amaral: http://www.tarsiladoamaral.com.br

CIÊNCIA
Ciência Hoje: http://www.ciencia.org.br
Discovery Online: http://www.discovery.com
SBCP – Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência: http://www.sbpcnet.org.br
Nasa – http://www.nasa.gov

EDUCAÇÃO
EscolaNet: http://www.escolanet.com.br
Estadão na Escola: http://www.estadao-escola.com.br
Projeto Aprendiz: http://www.aprendiz.com.br
Projeto Mutirão digital: http://www.mutiraodigital.com.br

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A Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro: http://www.bibvirt.futuro.usp.br
Carlos Drummond de Andrade: http://www.carlosdrummond.com.br
Fernando Pessoa – Obra Poética: http://www.insite.com.br/art/pessoa
Jornal de Poesia: http://www.secrel.com.br/jpoesia/poesia.html

NOTÍCIAS
Agência Estado: http://www.agestado.com.br
O Globo On: http://www.oglobo.com.br
Universo Online: http://www.uol.com.br

ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS
Governo do Brasil: http://www.brasil.gov.br
Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis: http://www.ibama.gov.br
IBGE – Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística: http://www.ibge.gov.br
Ministério da Ciência e Tecnologia: http://www.mct.gov.br
Ministério do Meio Ambiente: http://www.mma.gov.br

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http://www.ajkids.com
http://www.eduplace.com/kids
http://www.esart.com
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UNIVERSIDADES E INSTITUTOS DE PESQUISAS
Fundação Getúlio Vargas: http://www.fgvsp.br
Fundação Oswaldo Cruz: http://www.fiocruz.br
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais: http://www.inep.gov.br
Universidade de São Paulo: http://www.usp.br

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BLOG DO ALMEIDA JÚNIOR

Inauguramos o Blog do Colégio Almeida Júnior. Deixem seus comentários e sugestões sobre educação, família e a nossa querida cidade de Itu!
árvore Almeida

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Você sabia que o futebol no Brasil surgiu em Itu?

 

Há muitas versões, histórias e lendas a respeito da invenção do futebol no Brasil, dizendo que Charles Miller foi quem introduziu o futebol por aqui, alguns defendendo essa tese como verdade absoluta.

No entanto, antes de Charles Miller chegar em terras brasileiras já havia indícios de práticas futebolísticas no Brasil, mais precisamente em Itu, com os padres jesuítas do histórico Colégio São Luiz.

E essas informações constam inclusive no Museu do Futebol inaugurado recentemente no Estádio do Pacaembu em São Paulo. Museu, aliás, que tem sido destaque não apenas no Brasil, mas no exterior, por conta da originalidade de sua apresentação, com vários recursos lúdicos, com jogos virtuais e filmes em 3D.

Em Itu, segundo consta, entre 1872 e 1873 – bem antes, portanto, da chegada de Charles Miller, que ocorreu em 1894 – um dos padres do Colégio São Luiz já organizava partidas de futebol entre seus alunos, utilizando as regras adotadas na Inglaterra!

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Você sabia que Itu foi a cidade pioneira no Brasil a ter “Dinheiro Digital”?

 

Até um tempo atrás existiam poucos instrumentos da informática tão falados e tão pouco conhecidos como os cartões inteligentes (ou smart cards, em inglês). Inventados na França nos anos 70, eles são de plástico e têm as mesmas dimensões dos cartões de crédito. Mas em vez da tarja magnética no verso, eles possuem um chip dourado incrustado bem na frente, como se fosse uma jóia.

E essa novidade, hoje já não tão nova assim, foi implantada no Brasil pela primeira vez exatamente em Itu, através do projeto chamado Moeda Eletrônica Bradesco, em 1996. O projeto em Itu começou com 30 mil correntistas usando a Moeda Eletrônica Bradesco para os mais diversos pagamentos (do pão à entrada no cinema). Até então, o projeto só era desenvolvido em Camberra (Austrália), Guelph (Canadá) e Swindon (Inglaterra).

O cartão é inteligente porque no seu microprocessador pode-se armazenar, no mínimo, 100 vezes mais dados que nos cartões convencionais. Assim como ocorre com os chips para PCs, os dos cartões também vêm nas versões de memória e de processamento. Ou seja, os smart cards são os menores e mais baratos computadores que há. Mas que ninguém se engane. Eles são computadores. Processam informações. A complexidade destas só depende da sofisticação do chip.

O Bradesco desenvolveu seu projeto em Itu e, em convênio com a Universidade de São Paulo, entregou aos estudantes e funcionários 80 mil cartões que servem como identificação de acesso às instalações, retirada de livros na biblioteca e pagamento de refeição no bandejão.

O inventor do cartão inteligente é o francês Roland Moreno, que criou, em 1974, um chip para armazenar dinheiro. Com mais de 100 milhões de cartões emitidos por ano, a França é o país onde a tecnologia é mais popular.

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Você sabia que Itu foi a cidade que plantou o Baobá do Pequeno Príncipe?

 Muito antes de palavra sustentabilidade virar moda, Saint Exupéry já visualizava a necessidade de olhar para o planeta com mais humanidade, humildade, cuidado e gratidão. Várias frases de sua obra revelam esse olhar sensível e visionário.

Muitas décadas depois, “O Pequeno Príncipe” renasce no Brasil ganhando novo formato, totalmente alinhado com a mentalidade do século XXI. Simbolizando uma espécie de “guardião do planeta”, o principezinho amigo das estrelas, das flores, dos animais e das crianças aventura-se no livro “O Pequeno Príncipe me disse”, de Sheila Dryzun.

        Não é por acaso que esta obra nasce no Brasil, país tropical que reúne tantas raças, exuberante fauna e flora, gente criativa e hospitaleira. Além disso, Saint Exupéry teve forte relação com o Brasil, passando por Florianópolis, Rio de Janeiro e outras cidades.

Vale lembrar que o famoso Baobá, um dos fortes símbolos do livro, foi conhecido por Saint Exupéry no Brasil (em Natal), deixando-o encantado. Como sempre, as matas brasileiras encantando o mundo todo!

E foi em Itu que Sheila Dryzun e o francês François d’Agay (sobrinho de Saint Exupéry) escolheram plantar um Baobá. A Fazenda do Chocolate, paraíso das crianças, foi o local perfeito para homenagear um escritor que tem feito sorrir a infância de todas as pessoas, inclusive dos adultos.

“Eu trouxe uma semente de Baobá de Madagascar há mais de 2 anos. Plantei na minha casa, em São Paulo e trouxe para Itu, onde tenho uma casa de final de semana. E foi aqui que ele cresceu rapidamente. Isso mostra que Itu é o lugar dele. E trazendo para a fazenda, onde passam tantas crianças, tenho certeza que ele vai crescer ainda mais e plantar sementes do Pequeno Príncipe em todos que por aqui passarem”, diz Sheila emocionada em se separar do seu Baobá.

François d’Agay emociona-se também com a cerimônia do plantio. Impressionado com a valorização do patrimônio rural pela família Hacker, ele reforça a importância de honrar as gerações passadas, assim como ele o faz com seu tio. Com as mãos na terra conecta a presença de Saint Exupéry, reforça os laços entre a França e o Brasil e deixa a marca do Pequeno Príncipe nessa pequena cidade exagerada no carinho e na fama. “Se me falassem há alguns meses que eu estaria nesta linda fazenda plantando um Baobá, eu não acreditaria. Estou vivendo um momento muito especial”, declara.

O Baobá está sob os cuidados da Família Hacker, proprietária da fazenda, e ganhará lugar de destaque. Ele já pode ser apreciado por qualquer visitante. (FONTE: http://www.itu.com.br)

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Algumas vezes, as aulas parecem se arrastar, os alunos começam a abrir a boca de sono, outros até chegam a dar aquelas “piscadas duras”… O professor tenta fazer de tudo para conseguir a participação dos estudantes, mas nada! Uma das causas dessa apatia da aula pode ser encontrada nos próprios alunos. Isso porque muitas das vezes eles não encontram nenhum ponto de contado com o professor e sua aula, não sabem o porquê de estarem ali. Nestes casos, o aluno não vai participar mesmo!

Para evitar que isso ocorra, basta o professor trabalhar no sentido de usar o conhecimento dos alunos. Como? Imagine você caindo no meio de um seminário sobre neurocirurgia. Ou então sobre como treinar um time de beisebol. Muitos dos alunos também se sentem assim. Não é seu conhecimento que importa, mas o que eles sabem sobre aquele assunto! Por isso, o professor deve tentar ligar sua matéria a algo palpável para realmente prender a atenção do aluno e fazê-lo aprender de verdade.

Por exemplo, na disciplina de Física, o professor pode mostrar como melhorar a precisão do chute para ensinar a matéria. Gastos com roupas e comidas podem ser utilizados como exemplos em Matemática.
Outra coisa que deve haver são as metas. O que os alunos vão receber ao final daquela matéria? A resposta “passar de ano” não conta. O professor deve dar aos alunos motivos práticos!
Por fim, o professor deve mostrar aos alunos que todos devem participar, debater, apresentar suas opiniões, que são diferentes entre si. Podem até divergir do professor e se expressar sem cair nos ataques pessoais e brigas. Isso vai estimular o debate. E o professor deve estimular esse debate, desde que seja civilizado!

Fonte: http://www.profissaomestre.com.br

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Assim como os rótulos podem deixar marcas profundas para o resto da vida de uma pessoa e para sua personalidade, os elogios e as críticas a um estudante devem ocorrer na medida certa. Porque um elogio pode humilhar e uma crítica pode ferir!

Para falar que o aluno não está indo bem em determinada matéria ou então que ele está atrapalhando o andamento das aulas, por exemplo, o professor não precisa feri-lo e nem ofendê-lo. Muito pelo contrário. O professor deve fazê-lo com calma, clareza, sem alterar o tom de voz ou fazer discursos irônicos. De preferência, deve chamar o aluno para uma conversa em particular e apenas fazê-lo compreender as melhoras que ele deve alcançar.

Para os elogios, o procedimento não muda muito. Ao invés de dizer ao aluno que entregou a tarefa de casa “você é um bom menino porque entregou a tarefa no dia estipulado”, por exemplo, o ideal é que o fato seja simplesmente narrado: “Você se esforçou e conseguiu fazer tudo até a data determinada. Parabéns.”

E o professor jamais pode esquecer: o elogio deve sempre ter o objetivo de estimular o aluno e a crítica deve ser sempre construtiva.

Fonte: http://www.profissaomestre.com.br

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