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Archive for novembro \12\UTC 2009

Todos no mesmo barco
A criança depende dessas duas referências para formar sua visão crítica do mundo. Por isso, elas precisam estar em sintonia
Matéria de Áurea Lopes – Guia da Boa Educação

 

Pais e educadores trabalham em conjunto. Em sintonia, em harmonia. Como em qualquer equipe, precisam partir dos mesmos princípios e seguir na mesma direção. Como em qualquer empreitada coletiva, devem desempenhar cada um a sua parte, em benefício de um objetivo comum: conduzir as crianças e os jovens a um futuro melhor.

Se remarem no mesmo ritmo, em movimentos que se complementam, pais e educadores vão propiciar ao aluno a estabilidade de que ele necessita para construir sua identidade e formar uma visão crítica do mundo, conquistando sua independência.

Confira, a seguir, de que forma a família e a escola podem contribuir para o pleno desenvolvimento de seus filhos e de seus alunos.

Os pais estão no rumo certo quando…

Fazem uma boa escolha da escola, com base em critérios consistentes, e com isso se sentem seguros para confiar e apoiar as posições de professores e da direção.
Cumprem as regras estabelecidas pela escola – não estacionando em fila dupla na saída, por exemplo – e cuidam para que seus filhos façam o mesmo – não permitindo faltas injustificáveis.
Acompanham a vida escolar dos filhos e colaboram, por meio de conversas, atividades culturais, para enriquecer os conteúdos vistos em aula.
Ao ouvir do filho uma reclamação, antes de dar razão à criança ou ao professor, procuram a escola para saber o que está acontecendo.
Dão chance ao filho para superar pelos próprios meios as dificuldades – sejam de aprendizado, sejam de relacionamento -, controlando a ansiedade de resolver os problemas por eles, junto à escola.
Valorizam o contato com a escola e não se limitam a se comunicar com orientadores e professores por telefone ou por e-mail, mas comparecem às reuniões, contribuindo com questionamentos e sugestões.

A escola está no rumo certo quando…

É coerente, nos procedimentos e nas atitudes cotidianas, com a proposta pedagógica apresentada aos pais – e que os levou a eleger essa escola para seus filhos.
Reconhece o aluno como um integrante do processo educativo e lhe dá oportunidade para se manifestar em relação às regras de convivência na comunidade escolar.
Acolhe os pais agendando entrevistas extras, além das reuniões regulares, para discutir o desempenho dos alunos e orientar os encaminhamentos paralelos, se necessário.
Abre espaço para pais e alunos colocarem suas queixas e, se for o caso, reconhece e toma medidas corretivas em relação a falhas de avaliação, injustiças ou agressões sofridas pelos alunos por parte de professores e funcionários.
Integra os pais ao processo de formação, convidando-os a participar de atividades esportivas e culturais, o que propicia o estreitamento das relações família-escola.
Mantém professores e recursos pedagógicos atualizados, administrando com equilíbrio e bom senso a equação entre aplicações na melhoria do ensino e o custo desse investimento para os pais.

Fonte: Revista Educação

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Onde as coisas acontecem
A teoria posta em prática – não apenas nas disciplinas, mas nas relações humanas
Matéria de :Ronaldo Albanese – Guia da Boa Escola

 

Literalmente, uma viagem em que o estudante é transportado do mundo dos livros para o mundo real. Essa pode ser a definição simplista do que a pedagogia contemporânea chama de estudo do meio. Um recurso pedagógico surgido nos anos 60, hoje amplamente utilizado para motivar crianças e jovens de todos os níveis escolares – seja em uma breve voltinha pelo quarteirão da escola para mapear as casas, seja em uma viagem de uma semana para conhecer a fauna e a flora do Pantanal.

Com a oportunidade de conferir in loco o que o professor ensinou na sala de aula, o aprendizado fica excepcionalmente atraente. E o resultado é mais do que eficaz: tudo aquilo que se vivencia – não apenas em relação aos conteúdos das disciplinas, mas também no que diz respeito às normas de convivência – nunca mais será esquecido. “O aproveitamento do estudante é infinitamente maior do que se ele estivesse sentado diante da lousa e do professor”, garante a educadora Maria Lúcia Dello Severo Leite, uma das responsáveis pela coordenação pedagógica e do setor de eventos de uma conceituada escola particular de São Paulo. “A motivação adquire outra qualidade”, completa ela.

O estudo do meio vai muito além de um simples passeio, uma diversão. É uma atividade orientada, em que a apreensão da realidade é dinâmica e profunda. Os fatos e as informações são integrados aos contextos sociais e culturais.

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TREINAMENTO PARA A VIDA
Matéria da Revista Educação – Guia da Boa Escola

Bom sinal se…
Os alunos recebem orientação para trabalhar em equipe desde o planejamento da atividade

Sinal de alerta se…
A criança resiste a participar de atividades em grupo e prefere fazer tudo sozinha

A escola é um microcosmo social, onde o aluno vivencia situações que vão ajudá-lo a se tornar adulto. É um excelente laboratório de ensaio pessoal e profissional para integração com outras pessoas, negociação, soma de esforços para atingir objetivos comuns. Por isso aumentou muito, nos últimos anos, o espaço para os trabalhos escolares em grupo. O modelo tradicional, em que cinco ou seis amigos se juntavam e faziam todos os trabalhos durante o ano já está ultrapassado. Hoje trabalha-se em duplas, em trios, formam-se grupos diversos para cada atividade e até grupos compostos por alunos de classes diferentes.

Não há melhor oportunidade para conviver com as diferenças, desenvolver habilidades, entrar em contato com novas competências, trocar experiências, descobrir-se em situações de conflito e confrontos. No entanto, para que o trabalho coletivo alcance todos esses objetivos, não basta os estudantes receberem uma missão a cumprir. É fundamental que sejam bem orientados pelo professor nas etapas de planejamento, pesquisa, elaboração e apresentação do trabalho.

As boas escolas desenvolveram mecanismos para acompanhar as dinâmicas dos trabalhos em grupo de forma a fazer desse recurso um instrumento educador para a cidadania. Em outras palavras, além de avaliar o conteúdo do trabalho, hoje é comum avaliar-se também o desempenho do grupo. Em alguns colégios, os alunos fazem uma auto-avaliação por meio da qual refletem, por exemplo, sobre o que funcionou durante o trabalho, o que não deu certo, quem não se empenhou, quem trabalhou pelos outros.

Apesar de altamente enriquecedoras, as atividades em grupo têm limitações operacionais que, se não levadas em conta, podem ter o efeito contrário do pretendido: desanimam em vez de estimular. Se os colegas moram longe uns dos outros, por exemplo, é preciso pensar bem nas melhores condições para realizar as reuniões fisicamente.

A tecnologia pode ajudar – a internet é uma opção cada vez mais forte, com as possibilidades de transmissão de imagem em tempo real, por meio de câmeras –, mas não pode substituir o contato pessoal. Fazer um trabalho junto com um colega também representa uma oportunidade de conhecer novas culturas – ao se freqüentar a casa de um amigo cuja família tem nacionalidade ou religião diferente – ou de ver de perto um relacionamento familiar com dinâmica diferente da nossa.

Atividades em grupo podem, ainda, dar sinais sobre períodos difíceis que a criança esteja enfrentando ou problemas com os quais não esteja sabendo lidar. Comportamentos como não querer integrar um grupo, aceitar uma sobrecarga de trabalho ou se encostar e deixar o trabalho para os outros merecem atenção da escola e dos pais. E abrem espaço para uma conversa que identifique, a tempo, dificuldades de aprendizado.

Fonte: Revista Educação

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PROFISSIONAIS PREPARADOS
Matéria da Revista Educação – Guia da Boa Escola

Bom sinal se…
A escola capacita os funcionários que lidam com as crianças com cursos de primeiros socorros

Sinal de alerta se…
Na ficha do aluno não há informações sobre sua saúde e orientações
dos pais para imprevistos

Ao escolher uma escola, os pais dão um voto de confiança à instituição, confiantes de que seus filhos estarão bem cuidados durante todos os momentos em que eles estiverem sob a guarda dos professores e dos funcionários. Assim, é importante perguntar, na conversa com a coordenação pedagógica, quais os procedimentos em casos de acidentes ou quando um aluno se sente mal durante a aula. Os profissionais que têm contato direto com os estudantes precisam estar preparados para saber o que fazer tanto diante de um raspão no joelho quanto de uma ocorrência mais grave, como uma fratura que necessite de
atendimento em hospital.

Na matrícula, as escolas costumam colocar, nas fichas dos alunos, dados relativos à saúde – vacinação, doenças de infância, doenças congênitas, telefones de médicos, de convênios de saúde e de pessoas que devem ser contatadas na ausência dos pais. Mesmo dispondo dessas informações, a escola só poderá ministrar remédios – ainda que um comprimidinho para dor de cabeça – mediante autorização dos responsáveis.

Na maior parte das vezes, as ocorrências escolares são resolvidas com uma farmacinha básica, onde o que mais se usam são os anti-sépticos para ferimentos leves e medicamentos (sempre sob autorização) para uma dor de cabeça ou um enjôo muitas vezes causados pelo nervosismo em função de uma prova difícil.

Em algumas instituições, porém, existem postos médicos, com pediatra ou enfermeiros de plantão. Além dos cuidados cotidianos, ao longo do ano letivo, esses profissionais realizam exames de avaliação, triagens visuais, auditivas e até campanhas de saúde preventiva na comunidade escolar. Estruturas com esse grau de sofisticação, no entanto, são incomuns. Em geral, para casos mais graves, as escolas têm convênios com profissionais da saúde, hospitais e clínicas localizadas no bairro ou com empresas de seguro-saúde.

Em especial para as crianças menores, mais vulneráveis, é interessante perguntar quais as medidas adotadas pela escola em casos de doenças infecto-contagiosas. Desde um simples problema de conjuntivite, passando pelas “temporadas” de sarampo, catapora, até eventuais meningites, por exemplo. Quando se trata de uma doença contagiosa mais grave, um comunicado por escrito, inclusive com a opinião de um pediatra, deve ser enviado às famílias dos colegas de classe e de transporte escolar da criança.

Para as doenças contagiosas, mesmo as mais simples, a escola deve permitir o afastamento do aluno durante o período de contágio. Além disso, deve oferecer todo o apoio pedagógico para evitar prejuízos no rendimento escolar do aluno afastado – facilitar a realização de provas em datas especiais, permitir a realização de trabalhos para completar nota etc.

FONTE: REVISTA EDUCAÇÃO

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NO MUNDO DA INFORMATIZAÇÃO
Matéria da Revista Educação – Guia da Boa Escola

Bom sinal se…
A internet é usada como um recurso de aprendizado em todas as disciplinas

Sinal de alerta se…
Não há orientação dos professores e assistentes dos laboratórios de informática para uso da ferramenta

Pelo MSN, eles comentam o último clipe da banda preferida, combinam balada, falam sobre nada naquela língua quase incompreensível, mas também – acredite! – discutem a lição de casa e fazem trabalho em grupo. A internet entrou para a categoria dos recursos didáticos e se coloca entre os principais elementos de estímulo ao aprendizado, talvez perdendo apenas – e sempre! – para a figura humana do professor.

Com um acervo imensurável e truques tecnológicos atraentes como gráficos animados, áudio em tempo real e vídeos simuladores, a rede mundial de computadores propiciou uma agilidade galopante na aquisição e na retenção da informação. Oferece um ganho a ser agregado, porém cuidadosamente gerenciado.

Para começar, o domínio do computador não pode ser visto como um fim em si. Laboratórios de informática devem ser ambientes de estudo de várias disciplinas – a diferença em relação às salas de aula convencionais fica por conta dos meios usados para trabalhar os conteúdos. Assim, as crianças precisam saber usar editores de texto e planilhas eletrônicas para, com essas habilidades, potencializarem o aprendizado das disciplinas.

Por isso, é importante que a escola disponha de computadores em quantidade suficiente: não precisa ter um por aluno, mas também não é produtivo ter uma única máquina para um grupo. Certas atividades rendem mais quando feitas em dupla, com os estudantes trocando opiniões e se revezando no manejo do mouse. As atividades no laboratório de informática também precisam contar com a ajuda de um assistente que resolva questões de ordem prática, liberando o professor para se dedicar ao conteúdo.

Da mesma forma que os pais preparam os filhos para a vida fora de casa, ao deixar que seus alunos “botem o pé no mundo da web”, o professor precisa orientá-los sobre os benefícios e os riscos dessa exploração. Cabe a ele indicar bons sites educacionais, ensinar a usar ferramentas de busca e mostrar como selecionar e checar as informações. O benefício é duplo: enquanto aprendem princípios de física, por exemplo, os alunos também desenvolvem habilidades como senso crítico, organização mental, associações lógicas.

Sem falar nas possibilidades de intercâmbio com estudantes e pesquisadores de todo o mundo. Muitas escolas desenvolvem projetos em conjunto com instituições de outros continentes. Alunos brasileiros fazem contato com estudantes estrangeiros para praticar uma língua, por exemplo, ou para comparar dados dos dois países sobre um tema comum.

Pesquisas e trabalhos feitos com base em material captado da web merecem atenção especial. É muito fácil para um bom professor identificar se houve um esforço do aluno ou se a facilidade do “corta e cola” resultou em um mosaico de informações desconectadas e juntadas sem cuidado.

FONTE: REVISTA EDUCAÇÃO

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OBRIGAÇÃO NA MEDIDA CERTA

Matéria da revista educação –  Guia da Boa Escola

Bom sinal se…
A escola prepara o aluno para
ser autônomo, de modo a fazer as lições sem depender dos pais

Sinal de alerta se…
A tarefa não exercita a criatividade,
a análise e dá mais valor à memorização das informações

Alguns pais vêem na lição de casa uma forma de seus filhos se manterem ocupados. A idéia é que, enquanto eles preenchem páginas e páginas de exercícios ou estudam capítulos inteiros do livro, não sobra tempo para programas inadequados ou excesso de televisão,games no computador, baladas com a galera… Tudo isso é verdade. No entanto, é também um raciocínio bastante equivocado do ponto de vista educacional.

Para começo de conversa, a lição de casa não deve servir para acobertar a dificuldade dos pais em estabelecer regras. A criança precisa ter claro quais são os seus deveres, o que não lhe é permitido e compreender as razões desses limites. Ou seja: não vai ficar a tarde inteira diante da TV porque os pais acham que ela deve se dedicar a uma atividade mais enriquecedora, cultural ou esportiva, por exemplo, e não porque “tem lição pra fazer”.

Além disso, dizem os educadores, o volume de lição da casa não está diretamente relacionado ao grau de aprendizado. As tarefas devem primar pela qualidade, em vez da quantidade. De nada adianta resolver dez problemas de matemática que abordam apenas um ou dois itens do extenso programa. O que vale não é a repetição e a memorização, mas a compreensão do que se está fazendo. Portanto, além de explorar o material didático adotado pela escola, os professores devem ainda estimular a pesquisa, o trabalho em grupo, as atividades de campo (uma entrevista com os avós, para falar sobre seus países de origem, por exemplo).

As escolas mais tradicionais, chamadas conteudistas, costumam passar muita lição de casa como recurso para reforçar e gravar o que foi visto em sala de aula. Nas instituições mais modernas, a carga é menor, em especial para os alunos das primeiras séries – primeiro porque nessa fase a lição é encarada acima de tudo como um treinamento para adquirir responsabilidade, disciplina; depois porque leva-se
em conta as características naturais das crianças pequenas, que costumam se dispersar com mais facilidade e não agüentam ficar sentadas por muito tempo.

Um hábito comum em muitas famílias, de a mãe ou o pai sentarem ao lado do filho diariamente para fazer a lição, é outro erro apontado pelos educadores. Uma das principais funções da lição de casa é ajudar o aluno a adquirir autonomia, estudar por sua própria conta, tentar encontrar por si só as soluções para os problemas. Se criam a rotina de compartilhar o momento da tarefa com seus filhos, os pais tolhem essa possibilidade de crescimento.

Eles devem participar da vida escolar das crianças e dos jovens sim. Acompanhar o que estão aprendendo, folhear os livros didáticos, olhar as lições. Mas colaborar ou ajudar, apenas quando foram solicitados, sem se antecipar à necessidade do aluno e, principalmente, sem fazer dessa ajuda uma obrigação.

FONTE: REVISTA EDUCAÇÃO

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PROFISSIONAIS PREPARADOS

( MATÉRIA PUBLICADA NA REVISTA EDUCAÇÃO – GUIA DA BOA ESCOLA)

 

Bom sinal se…
A escola capacita os funcionários que lidam com as crianças com cursos de primeiros socorros

Sinal de alerta se…
Na ficha do aluno não há informações sobre sua saúde e orientações
dos pais para imprevistos

Ao escolher uma escola, os pais dão um voto de confiança à instituição, confiantes de que seus filhos estarão bem cuidados durante todos os momentos em que eles estiverem sob a guarda dos professores e dos funcionários. Assim, é importante perguntar, na conversa com a coordenação pedagógica, quais os procedimentos em casos de acidentes ou quando um aluno se sente mal durante a aula. Os profissionais que têm contato direto com os estudantes precisam estar preparados para saber o que fazer tanto diante de um raspão no joelho quanto de uma ocorrência mais grave, como uma fratura que necessite de
atendimento em hospital.

Na matrícula, as escolas costumam colocar, nas fichas dos alunos, dados relativos à saúde – vacinação, doenças de infância, doenças congênitas, telefones de médicos, de convênios de saúde e de pessoas que devem ser contatadas na ausência dos pais. Mesmo dispondo dessas informações, a escola só poderá ministrar remédios – ainda que um comprimidinho para dor de cabeça – mediante autorização dos responsáveis.

Na maior parte das vezes, as ocorrências escolares são resolvidas com uma farmacinha básica, onde o que mais se usam são os anti-sépticos para ferimentos leves e medicamentos (sempre sob autorização) para uma dor de cabeça ou um enjôo muitas vezes causados pelo nervosismo em função de uma prova difícil.

Em algumas instituições, porém, existem postos médicos, com pediatra ou enfermeiros de plantão. Além dos cuidados cotidianos, ao longo do ano letivo, esses profissionais realizam exames de avaliação, triagens visuais, auditivas e até campanhas de saúde preventiva na comunidade escolar. Estruturas com esse grau de sofisticação, no entanto, são incomuns. Em geral, para casos mais graves, as escolas têm convênios com profissionais da saúde, hospitais e clínicas localizadas no bairro ou com empresas de seguro-saúde.

Em especial para as crianças menores, mais vulneráveis, é interessante perguntar quais as medidas adotadas pela escola em casos de doenças infecto-contagiosas. Desde um simples problema de conjuntivite, passando pelas “temporadas” de sarampo, catapora, até eventuais meningites, por exemplo. Quando se trata de uma doença contagiosa mais grave, um comunicado por escrito, inclusive com a opinião de um pediatra, deve ser enviado às famílias dos colegas de classe e de transporte escolar da criança.

Para as doenças contagiosas, mesmo as mais simples, a escola deve permitir o afastamento do aluno durante o período de contágio. Além disso, deve oferecer todo o apoio pedagógico para evitar prejuízos no rendimento escolar do aluno afastado – facilitar a realização de provas em datas especiais, permitir a realização de trabalhos para completar nota etc.

FONTE: REVISTA EDUCAÇÃO

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